o onírico eleitoral

se a marina fosse o aécio e eu fosse disléxica, chamaria ela de narina.

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obrigada, cortázar.

73 – 1 – 2 – 116 – 3 – 84 – 4 – 71 – 5 – 81 – 74 – 6 – 7 – 8 – 93 – 68 – 9 – 104 – 10 – 65 – 11 – 136 – 12 106 – 13 – 115 – 14 – 114 – 117 – 15 – 120 – 16 – 137 – 17 – 97 – 18 – 153 – 19 – 90 – 20 – 126 – 21 – 79 – 22 – 62 – 23 – 124 – 128 – 24 – 134 – 25 – 141 – 60 – 26 – 109 – 27 – 28 – 130 – 151 – 152 – 143 100 – 76 – 101 – 144 – 92 – 103 – 108 – 64 – 155 – 123 -145 – 122 – 112 – 154 – 85 – 150 – 95 – 146 29 – 107 – 113 – 30 – 57 – 70 – 147 – 31 – 32 – 132 – 61 – 33 – 67 – 83 – 142 – 34 – 87 – 105 – 96 – 94 91 – 82 – 99 – 35 – 121 – 36 – 37 – 98 – 38 – 39 – 86 – 78 – 40 – 59 – 41 – 148 – 42 – 75 – 43 – 125- 44 102 – 45 – 80 – 46 – 47 – 110 – 48 – 111 – 49 – 118 – 50 – 119 – 51 – 69 – 52 – 89 – 53 – 66 – 149 – 54 129 – 139 – 133 – 40 – 138 – 127 – 56 – 135 – 63 – 88 – 72 – 77 – 131 – 58 – 131

a única coisa a fazer é tocar um tango argentino

oh, que saudade que eu tinha

das noites mal dormidas,

da minha alergia querida

que o tempo seco traz!

que tosse, que espirros, que dor

naqueles pelos dos bichos,

no ácaro escondido

no mofo dos armários!

como são belos os anti-alérgicos

que acalmam a existência!

– respira sono lisérgico

com molezas sem par.

a tosse é – seca.

o espirro é – sofrido

o pulmão é – comprimido

o choro é – incontido.

 

 

em mi menor

o pequeno cavaleiro marinho de snorkel na cabeça pinta as nuvens de cor colorida porque branco é chato. faz graça pra falar sua língua de erradês. seu dente caiu no céu pulando amarelinha. quando crescer, quer um jipe pra voar por cima daquele lugar. uns olhos arregalados de um amor loucamente fofo. meu acorde de mi menor.

encorujou-se

coruja diretora e coruja inspetora matutando o que fazer com a coruja aprontadora!

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a coruja aprontadora aprontou com o apontador. apontou pra professora e foi aprontar no corredor.